DINovo - 3º edição


  Saudações, caros leitores! Cá estamos para oferecer a vocês mais uma edição do DI Novo, o periódico do 1o Diurno Ímpar. Depois de um breve intervalo (as férias sempre são poucas), voltamos com bastante ânimo para preparar esta edição.
                   Muita coisa perturbou o período em que buscávamos – ou não – um pouco de sossego.
                   A falsificação de remédios abriu mais uma chaga dolorida na realidade brasileira, mostrando o quão deficiente é nosso sistema de saúde, que não consegue fiscalizar a distribuição de remédios e que está nas mãos de aproveitadores dos frascos de comprimido...
                   A venda da Telebrás e a polêmica em torno desta privatização milionária dividiram opiniões, envolveram cifras de vários dígitos e resultaram em cenas de guerrilhas nas ruas do Rio.
                   Um serial killer aterrorizou as mulheres da região do parque do Estado, mostrando que os Mansons tupiniquins são capazes de agitar a violência rotineira. Um médico carioca resolveu descumprir o juramento a Hipócrates e acabou se revelando com um quê de Dr. Jeikill. Depois de Bandido da Luz Vermelha, Chico Picadinho e outras aberrações psicológicas serem trancafiadas, resta-nos apenas atentar àquelas que ainda continuam soltas (você com certeza conhece uma).
                   Nasceu a Sasha, que  só pode  falar  “faustão- faustão, dá-dá”, devido à  exclusividade  da  emissora, e que sobrecarregou não só a paciência como também os sites de piadas da Internet, que nunca estiveram tão infames (você com certeza já ouviu uma).
                   Trocaram o ministro do Japão, estudantes cariocas se revoltaram com a nomeação do reitor da UFRJ, Bill Clinton está em maus lençóis (embora não tenha ido para a cama com a estagiária, e sim, com o vestido dela) e, através da famigerada diplomacia norte-americana, detonou algumas bombinhas em solo alheio. Alá não deve ter gostado...
                   Em clima sanfranciscano, os pinduras, alegres ou indigestos, foram motivo de euforia. Além disso, as comemorações de XI de agosto levaram os estudantes para as filas de distribuição gratuita de livros, muitas vezes rejeitados até pelos próprios autores.
                   Esperamos trazer, no próximo número, outras e, talvez, melhores notícias. Por exemplo, a de que os professores de Economia corrigem as provas em menos de um mês e que as sindicâncias não mais acontecerão. Há comentários de que alguém já chamou um grupo de pára-quedistas que descerão no meio das Arcadas para coibir os trotes mais violentos, fiscalizando e repreendendo o porte ilegal de extintores e apoiando o banho de água benta no mosteiro de São Francisco – chafarizes, nem pensar!
                   Isso tudo só em julho e  nos já corridos dias de  agosto.   O  resto   de   agosto   promete,  afinal,   é mês de cachorro louco...

 

Veja nessa edição:
 Artigo 1 - A falência dos modelos
  Artigo 2 - A imprensa brasileira ainda não saiu do golpe
 Artigo 3 - Filosofia: Francis Bacon
 Artigo 4 - A inocência culpada: Ainda do trabalho infantil
 Artigo 5 - Página policial urgente
 Artigo 6 - Do típico Brasileiro
 Artigo 7 - O que não faz sentido
 Artigo 8 - 20 razões porque sexo é melhor que chocolate
 Artigo 9 - Palavra do Gauthama
 Artigo 10 - Relatos do Pindura
 Artigo 11 - Sephiroth - Coluna dedicada ao misticismo
 Carta da redação - Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é

 

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