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                            Império Constitucional da Lisbônia

 

Economia:

 

Agricultura e Pecuária:

    A Agricultura desempenha papel preponderante em Lisbônia: metade da população obtém seu sustento da lavoura, os produtos primários contribuem com 3/5 do Produto Nacional Bruto. Mais de um terço do território metropolitano é arável, destacando-se o cultivo de cereais. Um décimo da área produtiva é de víveres. Destas, 2/5 são cultivados na Galtéia, província famosa por seus vinhos de mesa, e igualmente famosos são os distritos produtores de vinho dea Califórnia e do Vinho verde do Nordeste da província.

   Lisbônia é o terceiro maior produtor de azeite de oliva, sendo grande parte do total cultivada na Galtéia e Hévora. Metade dos arrozais encontra-se na bacia do Sorraia-Sado. Na Zumbia destacam-se as frutas secas( alfarrobas, figos e amêondoas). Há grande criação de cavalos no extremo sul. Na Galtéia encontra-se 1/3 dos rebanhos ovino e caprino.

Pesca e Extrativismo:

   A pesca ocupa menos de um décimo da população. Os principais portos são Califórnia, Ídio, Praia, e Luiz Boa. A pesca de sardinhas é a mais importante, seguida da de bacalhau. Lisbônia é o maior produtor de cortiça, que representa 1/3 do valor dos produtos florestais; os montados, como se designam as plantações de sobreiros, encontram-se sobretudo na Zúmpia Ocidental. São ainda importantes os pinheirais e as florestas do norte de Hévora e central-sul de Zumpia, respectivamente.

   Há décadas atrás, pelo fato do país possuir grandes reservas petrolíferas e ser auto-suficiente, tal produto ocupava 80% das exportações. Atualmente, ocupa cerca de 65% e a intenção é diminuir.

 

Indústria:

   As indústrias de transformação ocupam cerca de 30% da população ativa. Desse total a maior parte está nas indústrias de alimentos, calçados, móveis e construção civil e a minoria na indústria têxtil. A atividade fabril orienta-se, em grande parte, para atender  ao mercado interno, mas tenciona-se modificar isto, aumentando as trocas comerciais internacionais.

   Merece destaque a expansão recente da construção naval( notadamente barcos pesqueiros) e da produção de celulose, fertilizantes químicos e derivantes de petróleo. Vale lembrar que o atual governo também tenciona aumentar ainda mais a expansão da indústria naval, com a construção de navios de guerras( Belonaves) e de cruzeiro.

Mineração:

   Apesar de ter uma região montanhosa, as condições geológicas não favorecem uma exploração intensiva dos amplos recursos minerais de Lisbônia, com exceção do petróleo, anteriormente citado. Destaca-se a extração de Tungstênio( que ajudou a implantar indústrias de aço no país), ferro e estanho. Há amplo carvão em nas regiões montanhosas, mas não é extraído ao máximo possível.

Comércio:

   Lisbônia apresenta um comércio exterior bastante alto em relação à sua população. As importações tem crescido cerca de 10% ao ano, mesmo com as guerras civis, destacam-se entre elas produtos químicos e combustíveis. As exportações vêm aumentando a uma taxa de 12% sustentada por uma expressiva expansão de produtos básicos e semi-acabados.

Transportes e comunicação:

   A navegação de cabotagem corresponde a 1/3 do volume do tráfego doméstico. Os portos de Lisbônia, Califórnia e Ídio movimentam quase a totalidade dos embarques e formam o proncipal eixo de comunicação rodoviária e ferroviária. O sistema ferroviário é parcialmente estatal, sendo em quase sua totalidade eletrificado. O transporte rodoviário é relativamente pouco importante. Já as linhas aéreas tiveram rápido desenvolvimento. Lisbônia é servida pelo aeroporto de Portélia.

   Há inúmeras rádios, mas as que possuem maior projeção nacional são a Jovem Galitédia e Doméstica Zona. As emissoras de TV foram aumentando e hoje já existem 4 nacionais, sendo a maior a Rede Hoglo do empresário Gusmão da Ave Dito.

  

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