A involução do ser humano através dos tempos

Claudio Haruo Yamamoto

Muitos de nós (todos, acredito) sabem quais a diferenças existentes entre representantes dos sexos masculino e feminino. Alguns, porém analisam tal fato de uma forma exagerada, por vezes tecendo comentários precipitados acerca disso. Não seria novidade que ocorressem casos desse tipo no meio que é o jornal INTEGRAÇÃO, tanto de um lado, como de outro.

Também não é de espantar que haja alguém que diga que o homem é superior biológica, física, psicológica, intelectualmente etc. que o sexo oposto. Talvez tenhamos (acredito nisso) nós, homens, algumas habilidades mais aguçadas em alguns aspectos que as mulheres, e, o oposto, também ocorre.

Estatísticas mostram que, em média, os homens são melhores para fazer cálculos matemáticos que as mulheres. Além disso, sabe-se que algumas grandes descobertas da humanidade, como a lâmpada, foram feitas por representantes do sexo masculino. Por outro lado, acredita-se que elas dirigem (sim, carros, caro leitor) melhor que nós, tanto é que o preço de seguros é mais ameno para elas. Em adição, elas têm alguma habilidade superior em se tratando de afazeres domésticos. E que mal há em ser hábil nisso? Voltando na história, será que caçar ou pescar é mais importante que a prática da agricultura? Será que cuidar da prole é mais importante que defender a comunidade de ataques externos?

Ao negar essas afirmações estamos dando um passo para trás na nossa evolução. Não há nada mais ignorável que discutir esse tipo de superioridade (de qualquer dos lados). O que seria da mulher se não houvesse um homem para lhe prover o sêmen e perpetuar a espécie? E o contrário? O que seria do homem se não houvesse uma mulher para receber o sêmen para perpetuar a espécie? Simplesmente não existiríamos e essa discussão nem teria começado. Com exceção de alguns indivíduos (de ambos os sexos), os representantes da humanidade se satisfazem uns com outros do sexo oposto. Isso não se pode negar.

Esses indivíduos que negam o sexo oposto devem querer ter nascido hermafroditas, pois assim não precisariam de mais ninguém para reproduzir, ou, ainda, homossexuais, para ter prazer por eles mesmos.

Vale a pena citar um trecho do artigo 2 dos direitos humanos, que por sinal completou 50 anos no ano passado: "(...) Todos podem invocar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política; seja de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, seja de qualquer outra condição.(...)"

Claudio Haruo Yamamoto é estudante do 3o. ano de ciência da computação da UFG.

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