Maneiras de se viver
Hellen Ribeiro de Souza
- Estamos sempre aprendendo alguma coisa a cada minuto de nossas vidas, seja algo de bom ou ruim, o que importa é que nada se passa em vão.
- A vida, além de ser imprevisível, é super engraçada, pois muitas vezes nos vemos em situações que nunca imaginaríamos que pudéssemos estar. Uma das sensações que ela proporciona em alguns casos é a do risco, onde a busca de algo desejado supera todos os obstáculos; você, apesar de achar perigoso, vai em frente, pois o perigo te atrai. Depois que tudo passa, só fica uma coisa: a lembrança.
- Outra sensação que também ocorre é a do medo; você quer arriscar, por exemplo, um novo romance, mas vem aquela inconsistência, por ser algo novo e duvidoso. A pessoa que tem o medo muito presente em sua vida é sensível e pensa em tudo, prós, contras e as conseqüências de cada um. Tem um outro tipo de pessoa, que apesar de saber das graves conseqüências que pode ocorrer e um pouquinho de insegurança aflorando dentro do seu ser, age pela vontade, aquilo que bate dentro da gente e não importa se é certo ou errado, o que importa é o que você quer. E quando conseguimos realizar algo dessa maneira é o máximo!
- O caminho por onde andamos, às vezes, é tão tortuoso e as coisas boas passam tão rápido que, quando paramos para refletir, achamos que não aproveitamos o suficiente. Será que devemos ficar relembrando o passado, as coisas boas e ruins que nos aconteceram e tirar de algum modo proveito para um futuro melhor? Ou viver o presente de maneira que valha a pena lembrá-lo? O que realmente acontece é que quando o nosso presente está tão insignificante, nós nos voltamos ao passado para que ele possa nos trazer recordações boas, para acender dentro da gente aquela chama de alegria que nos dá força, para não nos acomodarmos com a situação e lutar por dias melhores.
Hellen Ribeiro de Souza é estudante do 2o. ano de jornalismo da UFG.
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