
Caju: fruto do meu suor, sabor às vezes doce, às vezes acre para o meu caminho de trabalho e vida. Será este o pensamento desta camponesa do Bilene?
Não sendo a província mais rica em caju, Gaza tem fábricas de descasque de castanha e, se houver empenho, também ali se podem construir outras para o aproveitamento de sumo ou produção de aguardente.
Caju: doce fruto da terra para deleite da vida.

Magueze: construção melhorada relativamente às tradicionais palhotas de Gaza. Madeira, palha e argila cobrindo a vida.

Chókwè: o ouro branco nem sempre amacia as minhas mãos de produção e colheita. Às vezes, escurece-as de calos para sustento da família, para riqueza do país. Mais do que o algodão, em Gaza é o milho, o arroz e o gado que cobrem um cenário maior de produção.

Zona de Chicualacuala não muito longe da fronteira com a África do Sul. De terra árida, as parcas colheitas têm de ser guardadas e resguardadas da melhor maneira. O feijão e outros cereais ficam em celeiros suspensos como frutos de uma estranha árvore da terra.
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