quinta-feira 7.9.2000 22:43 07-09-2000 Dia sete de setembro, só lá pelo meio da tarde me toco que ninguém me mandou ICQ, Yahoo!Pager, AIM ou InstantTerra. Putz, é verdade, é feriado no Brasil. E eu tendo que esperar um mail de um fornecedor, sem poder ir embora ou adiantar o serviço. Ainda bem que havia uma amiga (que pegou plantão), no InstantTerra. Ainda bem para mim, porque para ela devia estar sendo um saco. Mas ela é um ótimo papo e nos falamos mais agora do que quando eu ainda estava no Brasil Maravilhas da tecnologia moderna. Hoje almoçamos num restaurante à beira do Tejo, num tal de Jardim do Tabaco ou coisa que o valha. O nome do restaurante eu não sei, mas fomos até lá para comemorar o aniversário do Big Boss, o presidente da empresa. Almoço com direito a bolo (de ovos e amêndoas, muito gostoso) e uma taça de Moët Chandon. O cherne com salada russa e as ostras de entrada também estavam bons. Mas o lugar é carinho Antes do almoço, compramos um livro na FNAC de Lisboa. Havia lá uma exposição de fotos com o tema «escravidão» que contava histórias reais de escravos em vários lugares do mundo. Mundo contemporâneo. Bate uma tristeza forte. Os retratos são de uma força impressionante. Agora à noite coloco os MP3s que baixei para rodar aleatoriamente e baixa uma mini-deprê. That Dog berrando: «If I didn't feel so wrong / You'd be my Mr. Right.», J. Mascis (who is not god) por sua vez desafina: «Just don't let me fuck it up, will you? / 'Cuz when I need a friend it's still you.» e Aimee Mann, desenterrada via Napster, canta: «Streets pass and hold up to me / every corner defined / by the places you'd be.» E deixo a quem quiser interpretar. Dormir. Amanhã, Tandoori. |