1o. ano já era
Pablo Kossa
- Desculpe, Giordano Maçaranduba, mas minha turma, o 1º ano de Jornalismo da UFG, não seguirá a lógica dos incríveis anos ímpares. Como você mesmo afirmou, ela começou bem – entretanto, só começou. Realmente, nós éramos uma promessa, só que não passou disso.
- Em princípio, era fácil reunir vinte pessoas e ir a um boteco, e foi exatamente nesses botecos que aconteceram as histórias mais comentadas e hilariantes da sala. Hoje, bato palmas para quem conseguir juntar dez e ir beber. É interessante ressaltar a importância desses bares para o nosso primordial entrosamento, pois lá os papos corriam soltos e, após algumas cervejas, as verdades iam saindo de forma surpreendente. Era muito bom...
- Outro ponto onde decepcionaremos será na atuação junto ao Centro Acadêmico. Nas primeiras reuniões, só dava calouros. Atualmente, são poucos gatos pingados que comparecem. Somos fogo de palha!
- Antes que me crucifiquem ou acusem-me de traidor, quero dizer que tenho consciência da minha parcela de culpa e responsabilidade pela desintegração que ocorreu. Esse texto foi a forma que encontrei para ver se afasto essa acomodação que está acontecendo, mexo com o brio da turma e voltemos a nos mobilizar, tanto para as festas homéricas (com Miliopã e cerveja) quanto para sacudir a Facomb (Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia da UFG), que já está quase morta e conta conosco para revitalizá-la.
Pablo Kossa é estudante do 1o. ano de jornalismo da UFG.
- Mande um e-mail para a direção do jornal.
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