Lixodermia
Luciana Santos
- Faltam apenas um ano e quatro meses para entrarmos no terceiro milênio e ainda possuímos alguns hábitos arcaicos, como a não separação do lixo comunitário, em orgânico e inorgânico. Atitude esta inconcebível para uma sociedade desenvolvida, plena e digna.
- Algumas cidades brasileiras já estão se conscientizando da importância social e econômica desse processo, incluindo a reciclagem do lixo inorgânico, composto por latas, garrafas e plásticos, em material muito bem reaproveitado pelas indústrias.
- A separação do lixo deveria se iniciar em casa: a pessoa colocaria em dois contêineres diferentes, especificando cada um em orgânico/inorgânico ou reciclável/não reciclável, para facilitar o trabalho dos lixeiros, que poderiam coletá-los em dias alternados.
- Uma vez com o lixo, a prefeitura ou o órgão responsável manteria o mesmo procedimento já utilizado com o material orgânico. Com o reciclável seria diferente: este seria encaminhado a um local apropriado, onde seria dividido em categorias: papéis, plásticos e vidros. Enfim, esse serviço poderia inclusive ser terceirizado, com a possibilidade de grandes lucros para o empreendedor.
- Goiânia já é considerada capital exemplo no país, principalmente face aos grandes problemas ambientais. Por que não acrescentar mais qualidade de vida a esta cidade, que por si só já é bela?
- Se o homem está no "topo"da natureza, tem como obrigação conscientizar-se de que o PLANETA não é capaz de agüentar tanta poluição e destruição, e principalmente questionar se realmente estamos engajados em um processo evolutivo, ou justamente caminhando em seu sentido contrário. Além disso o lixo deixaria sua visão epidêmica para ter também um caráter produtivo, reaproveitável.
Luciana Santos é estudante do 3o. ano de radialismo da UFG.
- Mande um e-mail para a direção do jornal.
Primeira -
Anterior -
Próxima -
Última
© 1997 1998 1999 Jornal Integração Todos os direitos reservados
|