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Madeira-Mamoré Railway Society
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The Estrada de Ferro Madeira-Mamoré is in a terrible state.
Since a landslip, in December 2000 at km 3, the regular Sunday steam tourist ride has not operated. No attempt has been made to repair the line
The engine shed is rusting away and is used by drug dealers
The station area in Porto Velho is used by prostitutes and carriages are being vandalised
No money has been spent on vital spare parts for locos or carriages
The museum has no proper security
The document archive was moved several times in the last ten years and has had no money spent on preservation against harsh tropical conditions
Train and museum staff have previously had their salaries paid late, and sometimes not at all
The rail line has been declared a heritage site and the day to day management and operation of the railway is in the hands of the State Governor of Rondônia. This Society believes the Governor has failed in his duty of care towards this historic site.
Marco Antônio Domingues Teixeira and Odete Alice Marão de Carvalho are two history lecturers at the Federal University of Rondônia (UNIR). In a joint academic essay published in 2001 (Vales do Madeira e Mamoré, uma Proposta de Sustentabilidade a Partir das Atividades do Turismo Ambiental, Histórico e Cultural, Editora UNIR) make a dire warning for Rondônia: "It is important to observe that...heritage, nature, folklore, and local culture is frankly unprotected, endangered and ignored by local authorities, business leaders and sectors connected with the tourism industry". This Society is working to change this view amongst these key leaders.
The Society, in conjunction with the Amigos do Trem Madeira-Mamoré, its sister NGO in Brazil, organised an international seminar in Porto Velho, Rondônia, Brazil, between the 28th and the 30th of November 2001.
National representatives of the Brazilian Rail Preservation Association (ABPF), the Federal Government's Preservation Agency (IPHAN), and museum experts from Rio de Janeiro and São Paulo, joined academics from the USA and England. Also present were representatives of local preservation groups and over 300 members of the public from Porto Velho.
What was clear from the international seminar was that there exists a strong emotional attachment between the population of Rondônia and the history of the railway line. Residents expressed horror and regret at the abandonment of their heritage by the local authorities. Research by the Madeira-Mamoré Railway Society shows the EFM-M museum to have one of the highest visitor figures of any rail museum in Brazil. This is despite the poor state of the displays and lack of interpretation and indicates that there is a large audience waiting to enjoy a professionally run heritage site.
The challenge is to persuade the politicians and those in positions of power to listen and to understand the importance of the EFM-M to the region; not only in terms of heritage but also in terms of its potential for tourism, education and local job creation.
In 2002 key members of the Amigos do Trem will be drawing up a plan of action to rescue, preserve, repair, restore and operate the EFM-M. This is no simple task and requires time and money. Key partners are being sought from both the public and private sector, and the Madeira-Mamoré Railway Society's aim is to provide as much international support as possible to achieve this full objective.
The vision is to create a living museum dedicated to the lives of those who built the line, the people who worked on it, and the passengers who used it.
Depois de um desmoronamento de terra, em Dezembro 2000 no km 3, o passeio turístico aos domingos parou. Nenhuma tentativa de resgate da linha foi feita.
A rotunda está abandonada, com ferrugem, e o prédio está sendo usado para vender drogas
O pátio da estação em Porto Velho está sendo centro de prostituição e os vagões vem sendo vandalizados
Não há nenhuma evidência de que verbas foram gastas em peças, locomotivas e vagões
Não há segurança propria no museu
O acervo e centro de documentação foram removidos várias vezes durante os últimos dez anos. Os documentos não têm proteção contra as condições climáticas
Funcionários do trem e do museu recebem os salários atrasados, e algumas vezes deixam de receber
A estrada de ferro foi declarada o patrimônio histórico. A administração e funcionamento do dia a dia está sob a responsibilidade do Governo Estadual de Rondônia. A Madeira-Mamoré Railway Society acredita que o Governo tem falhado nesta responsabilidade junto ao patrimônio histórico do estado.
Marco Antônio Domingues Teixeira and Odete Alice Marão de Carvalho são dois professores de história na Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Na matéria publicado em 2001 (Vales do Madeira e Mamoré, uma Proposta de Sustentabilidade a Partir das Atividades do Turismo Ambiental, Histórico e Cultural, Editora UNIR) fazem uma alerta para Rondônia: "É importante observar que todo este conjunto (patrimônio histórico, patrimônio ambiental, cultura típica, folclore, festejos e populações beiradeiras) encontra-se francamente desprotegido, ameaçado e ignorado pelos poderes públicos, empresários e segmentos ligados ao setor turístico". A Madeira-Mamoré Railway Society está trabalhando para mudar este ponto de vista de poderes públicos.
A Sociedade, juntamente com os Amigos do Trem Madeira-Mamoré com sede em Porto Velho, Rondônia, organizou um seminário internacional em Porto Velho-RO entre dia 28 e 30 de Novembro 2001.
Representantes nacionais da Associação Brasiliera de Preservação Ferroviária (ABPF), O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e peritos em museus do Rio de Janeiro e São Paulo, acadêmicos dos EUA e Inglaterra. Também no seminário havia respresentantes de grupos de preservação locais mais de 300 pessoas do público do Porto Velho.
Foi evidente para todos que durante o seminário internacional que existe uma ligação forte e emocional entre a população de Rondônia e a história da estrada de ferro. Habitantes de Porto Velho expressaram tristeza e indignação sobre o abandono do patrimônio para com as autoridades locais. Pesquisas feita pela Madeira-Mamoré Railway Society indicam que o Museu da EFM-M tem um dos maiores número de visitantes de qualquer outro museu do trem no Brasil. Apesar das condições precárias em exposição e falta de interpretação, e há uma audiência enorme esperando para desfrutar de um museu e patrimônio profissionalmente bem administrado.
O desafio é para dissuadir os políticos e as pessoas que têm e poder para fazer algo, para ouvir e entender a importância da EFM-M para a região, em termos de patrimônio histórico, do potencial de turismo, educação e o criação de novos empregos.
Em 2002 uma equipe juntamente com os Amigos do Trem em Porto Velho vai criar um plano de ação para resgatar, preservar, restaurar a EFM-M. Este não será um trabalho simples, vai precisar de tempo e verbas. Precisamos de patrocinadores, empresários e co-sócios de setors público e privado. A luta da Madeira-Mamoré Railway Society é para conseguir apoio internacional para ajudá-los neste objetivo.
Temos em vista a criação de um museu vivo, dedicado a memória das vidas daqueles que construíram a estrada de ferro, aos trabalhadores da EFM-M, e os passageiros que viajaram no trem.