A saga começara como prevista: os cinco guerreiros se encontraram na pequena fazenda Jaggedswine, ParanóicO já os aguardava com documentos oficiais vindo do alto comando de Thrall. A recepção foi simples e sem simbologias apesar de ser o marco de uma era porvir. Os guerreiros que ali se conheceram souberam de alguma forma o grande caminho que se estendia diante deles, caminho que estes traçariam juntos.
Apresentações feitas, ParanóicO pede para que todos aguardem um instante enquanto busca as ordens para primeira missão, ele se dirige para dentro da pequena casa e em cima de algumas caixas amontoadas, usadas como mesa, começa mexer em alguns papéis e pergaminhos com a insígnia da horda. Enquanto isso o bando, ansioso por seus motivos individuais fazem como querem, alguns esperam descansando à sombra da casa, Noeh utiliza do pequeno lago na frente para pescaria, Malock evolui sua crueldade matando os pequenos porcos do chiqueiro ao lado da fazenda, satisfazendo sua vontade de causar aflição a seres vivos por mero prazer.
ParanóicO termina de arrumar os papéis e volta para fora, o bando se reúne em torno dele e sentam no chão esperando ouvir qual seria o próximo passo, o pastor prossegue:- Temos ordens vindo de Thrall, há traidores tramando contra Ogrimar, até mesmo dentro da cidade. Nossa primeira missão é ir até Skulk Rock, e achar provas contra o grupo Burning Blade que se encontra instalado lá, acredita que eles estejam aliados com os traidores disfarçados. O esperto Maluf logo pergunta:- O que ganharemos com isso? -A aliança de Thrall, guerreiro. Responde ParanóicO. - A aliança do guerreiro-rei não é algo de se menosprezar, ele nos ampararia até nas terras mais longínquas, simplesmente por que somos seus aliados.
Os guerreiros olham entre si com olhar de veracidade e sem dizer nenhuma palavra aceitam a missão. Imediatamente levantam, Noeh diz:- Então vamos de uma vez! ParanóicO se entusiasma com a aceitação do grupo e confirma:- Vamos!
No caminho eles encontram um orc conhecido de ParanóicO, que apresenta o grupo e revela a ele a missão de juntar provas contra a Burning Blade. O velho orc aponta para eles o caminho e diz ter visto muita atividade suspeita do grupo nos últimos dias. Quando todos se viram para prosseguir, Malock envolto em seus próprios tormentos dá seu segundo gesto de crueldade e cospe em Wilson, valente tigre, companheiro de Defyler, ninguém vê sua ação.
O grupo chega até uma mina aparentemente abandonada, carrinhos de minério quebrados, picaretas cobertas com teias de aranha, luminárias secas caídas... O ar vai se tornando carregado e o escuro vai tomando conta a cada passo do grupo. Noeh puxa de sua mochila uma vareta e ressoando um leve mantra acende a ponteira do item, iluminando o ambiente. Defyler vê uma lamparina de pé no chão, ele aproxima-se dela e sem nem se quer abaixar sente o cheiro de querosene, ele sussurra para os demais membros:- Não estamos sozinhos.
No mesmo instante tochas acendem ao redor; eles entraram em uma emboscada. Todos retiram suas armas da bainha, Defyler aponta seu rifle para o inimigo mas comanda que Wilson fique próximo, ParanóicO e Noeh preparam seus cajados e Malock começa ressoar palavras irreconhecíveis para o grupo, ele aponta um lugar no chão que começa brilhar e em alguns segundos sua voz desaparece e um demônio surge no ponto brilhante. Neste instante o chefe da Burning Blade dá a ordem:- Atacar!!!
Os guerreiros lutam com o máximo de empenho, barulhos de espadas repelindo umas às outras, pólvora explodindo, gritos de dor e finalmente um silêncio; O grupo permanecia de pé. Os traidores da Burning Blade, mortos. Ainda recuperando seu fôlego, Noeh vê um objeto reluzindo de dentro das vestes de um cultista morto, ele se abaixa e encontra um amuleto com a insígnia da Burning Blade. ParanóicO diz:- Isto deverá servir de provas suficiente para incrimina-los, voltemos para Ogrimar e reportemos este acontecido para Thrall.
No caminho de volta todos agem como se não houvesse acontecido nada, exceto por ParanóicO e Defyler, que sem demonstrar, checam seus companheiros por feridas. Defyler começa dizer:- Malock você não que... Mas é interrompido bruscamente por Malock:- Não! Quando Defyler torna a olhar o caminho adiante, Malock cospe outra vez em Wilson, que começara a sentir rancor pelo Warlock.
O grupo entra na câmara de Thrall e Vol'jin, os lideres aguardavam notícias sobre a missão. Os membros caminham até Thrall para se apresentarem, ParanóicO pára diante de Vol'jin e o saúda. Eles se reúnem e o grupo conta detalhes da missão, mostram a insígnia da Burning Blade, Thrall parece já saber o que diziam.
O líder fica satisfeito com o sucesso do grupo, e revela que onde a Burning Blade se esconde dentro de Ogrimar; Ragefire Chasm. Thrall também consagra a aliança de Ogrimar com o grupo e dá para eles a fazenda onde se encontraram, para que possam ali estabelecer uma base para futuras missões, ele também pede para que a guilda se expanda, podendo assim cobrir mais “terreno” ao mesmo tempo. ParanóicO pergunta se houve palavra do profeta sem nome, Thrall responder negativamente.
O grupo se levanta e na saída para o centro de Ogrimar, Vol'jin entrega a segunda missão para o grupo, um pergaminho fechado com a insígnia da horda. ParanóicO pega o pergaminho e o põe dentro de seu roupão. Ele faz uma prece para Vol'jin e segue seu caminho, junto com o grupo, rumo ao centro comercial de Ogrimar.
No caminho ParanóicO tira o pergaminho de dentro do roupão e compartilha a próxima missão com o grupo:- Nosso próximo destino é Crossroads, na árida Barrens. Mensageiros comumente trafegam entre o vilarejo e Ogrimar, mas de uns tempos pra cá eles tem sido atacado por grupos desconhecidos, e as mensagens interceptadas. Nossa missão é viajar até lá e auxiliar os moradores no que for necessário, além disso devemos certificar que o caminho esteja livre para os mensageiros. Crossroads é um ponto estratégico para horda, pois auxilia na guerra contra a aliança num ponto chamado Warsong Gulch.
Os guerreiros se reúnem no banco da cidade onde mantinham guardados armaduras, itens e armas. Eles trocam alguns itens entre si e seguem viagem até Crossroads, no caminho ajudam a procurar o filho perdido de uma fazendeira da região, tragicamente só encontram o amuleto que o garoto usava.
Chegando no vilarejo, o grupo se dispersa para coletar informações para a missão e depois se reúnem em baixo da sombra de uma antiga árvore, trocam as informações que conseguiram, desta vez Maluf com seu poder de persuasão convence o grupo a deixar ele os guiar. Defyler apesar conhecer muito bem a região concorda.
Eles seguem caminho a procura de Forgotten Pools para checar uma estranha fissura no fundo do lago, mas ao chegar no lugar apontado por Maluf eles percebem estar em lugar errado, uma placa dizia Lushwater Oásis. Com uma certa destreza Maluf diz estar no caminho certo, o lugar que procuravam estava próximo, mas passando por esta região e chegando no próximo ponto, leram outra placa; Stagnant Oásis.
O grupo permaneceu em silencio desta vez, Defyler insistiu estarem no caminho certo, mas ao entrarem por dentre uma densa vegetação perceberam que havia perigo; um grupo de centauros vindo de Desolace estava acampado ali.
- Que estranha sensação! Disse ParanóicO, que comumente prevê acontecimentos. – Onde está nos levando Maluf? Onde está as nos guiar Defyler? Eles disseram estarem perdidos e sugeriram voltar para Crossroads. Todos concordaram e voltaram para o vilarejo. Lá decidiram em separar o grupo em dois para cumprir as tarefas que os aldeões haviam incumbido ao grupo.