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BB-Educar - Experiência da comunidade de N. S. dos Navegantes

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Da Comunidade
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Da Turma

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Alfabetizandos

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Da Comunidade

O processo de escolha da comunidade na qual desenvolveríamos o trabalho iniciou-se antes mesmo do Curso de Formação de Alfabetizadores, ministrado por Mario Tessari, em julho de 1999, de 26 a 30, em São Miguel do Tocantins.

Inicialmente, contactamos as prefeituras de São Pedro da Água Branca e São Francisco do Brejão, pois essas cidades pareciam-nos mais carentes, os administradores dessas prefeituras tinham um contato freqüente conosco no Banco, estavam localizadas próximas a Imperatriz e, esperava-se, podiam oferecer o necessário suporte material. Não cogitamos a prefeitura local de Imperatriz, pois não acreditávamos na possibilidade do acolhimento da proposta. Foi contactado ainda um Instituto, que desenvolve trabalhos de qualificação de professores junto a diversas prefeituras. A todos eles, falamos da existência de um programa de alfabetização de adultos desenvolvido pelo Banco e das responsabilidades que seriam compartilhadas pelas órgãos envolvidos. Apesar da acolhida que teve a proposta, nenhum movimento maior ocorreu no sentido de concretizar o trabalho.  Ao término do curso, tínhamos, também, o convite para trabalhar com uma turma em São Miguel do Tocantins.

Estava claro que o sucesso do programa teria, como uma de suas condições, a escolha da instituição parceira no programa. Com isso, procuramos definir critérios para escolha da comunidade e da entidade. Um deles deveria ser o da proximidade da comunidade ao local de residência do educador, não só por questões de locomoção, mas também pela necessidade de um contado maior com a realidade do educando. Outro, seria   a capacidade da entidade em oferecer mobilização de outras entidades, com o fim de dar suporte material ao trabalho, bem como de divulgação do processo, ressaltando a função social do Banco. Por fim, as condições determinantes, seriam o interesse e a rapidez na implantação do programa por parte dessa mesma entidade, haja vista que estávamos no segundo semestre do ano, e tínhamos estabelecido como desafio alfabetizarmos a turma até o final do ano.

Assim, na manhã de 30 de julho, abandonamos a idéia de trabalharmos com as prefeituras e mantivemos contato com párocos de duas paróquias em Imperatriz, tendo recaído a escolha sobre a paróquia de Nossa Senhora de Fátima por sua proximidade, suas dimensões e desafios, mas sobretudo pela acolhida que teve a proposta pelo pároco Padre Felinto e sua agilidade em concretizarmos o trabalho.

 

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