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O Sport Club do Recife foi fundado no dia 13 de maio de 1905 por Guilherme Aquino Fonseca. Hoje, é um dos clubes com melhor estrutura no Brasil, sendo o maior no Nordeste. É um dos três times nordestinos presente no campeonato brasileiro da 1ª divisão. O seu estádio é o Aldemar da Costa Carvalho, mais conhecido como "Ilha do Retiro" com capacidade para 50.000 pessoas. O Sport Club do Recife é o que possui mais títulos pernambucanos (33), sendo o atual pentacampeão Pernambucano. Já foi 2 vezes Campeão Brasileiro ( em 87 pela 1ª divisão e em 90 pela 2ª divisão), e 2 vezes Campeão da Copa Nordeste (94, 2000).

 

OS TÍTULOS

Campeonato Pernambucano:1916, 17 (invicto) (bi), 20, 23, 24, 25 (tri), 28 (invicto), 38, 41 (invicto), 42, 43 (tri), 48, 49 (bi), 53, 55, 56 (bi), 58, 61, 62 (bi), 75, 77, 80, 81, 82 (tri), 88, 91, 92 (bi), 94, 96, 97, 98 (invicto), 99, 2000 (penta), 2003.

Campeonato Brasileiro (1ª Divisão):1987

Campeonato Brasileiro (2ª Divisão):1990

Copa do Brasil: Vice - Campeão em 1989

Copa do Nordeste: 2000

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GRANDES MOMENTOS

1905 - No dia 13 de maio, um grupo de desportistas se reúne no Salão dos Empregados do Comércio de Pernambuco e fundam o Sport Club do Recife.
No dia 22 de junho, às 14h, o Sport realiza o primeiro jogo. A partida aconteceu no campo do Derby, onde hoje é o campo da PMPE, e terminou num empate de 2 x 2 contra o Eleven, formado por ingleses.

1906 - O Sport vence o primeiro jogo, 1 x 0 no Western Telegraph.

1916 - Conquista do primeiro campeonato Pernambucano.

1923 / 24 / 25 - Primeiro Tricampeonato.

1936 - Compra do terreno, no dia 3 de março, onde começou a ser construída a atual sede.

1937 - A Ilha do Retiro é inaugurada no dia 4 de julho. O Sport vence o Santa Cruz por 6 x 5.

1941 / 42 / 43 - Segundo Tricampeonato.

1950 - No dia 2 de julho, A Ilha do Retiro é palco de um jogo da Copa do Mundo, com a presença de Jules Rimet. A partida foi entre as seleções dos Estados Undios e Chile. Resultado final de 5 x 2 a favor do Chile.

1955 - Sport conquista o título no seu cinqüentenário.

1975 - O rubro-negro forma a seleção do Nordeste e conquista o título depois de 12 anos de jejum.

1976 - Dario, o Dadá Maravilha, é o recordista brasileiro de gols em uma única partida. Ele fez 10, quando jogava pelo Sport, no ano de 1976, contra o Santo Amaro. Vitória rubro-negra por 14 x 0.

1977 - O Sport jogou 138 minutos numa partida em que, de acordo com as regras, era preciso fazer um gol para terminar o jogo. Final: Sport 1 x 0 Náutico.

1978 - O Sport não disputa o Campeonato Estadual e os estádios ficam vazios.

1980 / 81 / 82 - Terceiro tricampeonato. Em 81, o Leão conquistou o Supercampeonato.

1987 - Campeão Brasileiro da Primeira Divisão.

1990 - Campeão Brasileiro da Segunda Divisão.

1999 - Sport sagra-se o campeão pernambucano da década de 90, após a conquista de sete dos dez campeonatos estaduais disputados de 90 a 99. Os títulos de 91, 92, 94, 96, 97, 98 e 99 lhe renderam esta denominação.

1999 - Quebra do recorde brasileiro de jogos invictos em campeonatos estaduais, 49 partidas sem derrota.

1996 / 97 / 98 / 99 / 2000 - Primeiro Pentacampeonato

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A TORCIDA

A torcida do Sport é reconhecidamente diferenciada. Para os adversários, não passa de uma multidão de fanáticos. Quanto ao número, mais de uma verificação já apontou os rubro-negros como maioria no Estado. Claro que isso se deve ao engajamento do torcedor do Sport. Dificilmente ele é apenas um simpatizante. De um modo geral, ele participa de alguma forma, indo aos estádios, usando a camisa nos dias dos jogos, ajudando na construção de um melhoramento no clube, na ampliação do estádio ou contratação de um grande jogador. A frase cunhada no final dos anos 70 (final do mandadto de Jarbas Guimarães) ajudou na classificação de fanáticos. Ela diz: "Sport, uma razão para viver !".

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AS TORCIDAS ORGANIZADAS

Durante muitos anos o que havia era um puxador de torcida, um líder com lugar reservado na arquibancada, para reger o grito de guerra do clube, o célebre Casá-casá-casá. Este posto foi do famoso Assunção, um torcedor símbolo do clube. Robusto, simpático e fidelíssimo, ele comandava a torcida fosse em grande jogo ou nos encontros mais simples. Com o tempo, com o aumento do quadro social, Assunção foi cedendo lugar aos grupos organizados, que geralmente começavam como uma banda, um batucada para animar o público e hoje são torcidas organizadas, que confeccionam bandeiras imensas e dispõem de grandes bandas para o Carnaval e para os jogos mais importantes. Algumas dispõem até de espaço no clube, minissedes. As mais importantes são a Bafo do Leão, a Treme Terra, a Nação Rubro-Negra, a Gang da Ilha, a Torcida Jovem, e a Raça Rubro-Negra. Mas, diferente das torcidas organizadas do Sul, nenhuma delas é violenta. Nunca entraram em conflito com os rivais de outros clubes e nunca espancaram torcedores dos adversários.


O fato é que a torcida rubro-negra é mesmo diferenciada. A ampliação do estádio em 1950, para a Copa do Mundo, contou com a direta participação dos torcedores. A contratação de Osvaldo Baliza e Dadá Maravilha também contou com o torcedor, e nos dias de hoje a nova ampliação está recebendo o mesmo apoio. O difícil é saber onde está o torcedor do Sport, em que classe social ele é majoritário. Ao que parece, está em todas as camadas, das mais humildes às mais fortes economicamente. Por isso são tão numerosos.

 

 



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