Projeto Cyclops

Texto Traduzido e enviado por Lydia Ribeiro

 

Fonte : Lee Walsh

"Nada é mais estranho que a verdade."

Talvez uma das informações mais controvertidas e contraditórias se refira as tentativas de comunicação espacial que envolvem o projeto conhecido como Cyclops. A Construção do Cyclops começou em novembro de 1971, a 20 milhas ao norte de Carlson, Arizona. Diz-se que este projeto teria começado a operar em 31 de maio de 1973 e era encabeçado por John M. Oliver. Em 14 de fevereiro de 1976, foi relatado no The New York Times sob o cabeçalho, "Late Bulletin," que o Cyclops tinha captado sinais inteligentes do sistema estelar de Ophiuchi em uma "série de tons, em um padrão rítmico regular que não poderia Ter possivel origem aleatória natural." Este sistema estelar está a aproximadamente 17 anos luz! A transmissão durou mais ou menos 28 segundos. Em 29 de fevereiro de 1976, The New York Times publicou uma outra história dizendo que o projeto Cyclops tinha perdido sua credibilidade e em 27 de março de 1976, o Presidente, em uma divulgação a imprensa na Casa Branca, acusou o Dr. John M. Oliver de "promover uma farsa de colossal magnitude para conquistar o apoio do programa subsidiado federalmente."

Em 10 de abril de 1976, em uma outra divulgação à imprensa promovida pelo Presidente, foi afirmado que a "farsa fora cuidadosamente planejada, o produto final tinha enganado os especialistas cientistas através da nação, inclusive ao próprio Dr. Oliver." Ele disse que a "suposta mensagem alien" foi composta das emanações regulares de um sobreposta de pulsos tonais artificialmente gerados. Após receberem os naturais sinais do pulsar, dois astrônomosnào identificados adicionaram tons compatíveis nas fitas de computador para os resultados finais. No verão de 1977 eu requisitei uma cópia do relatório do Projeto Cyclops e recebi um grande livro detalhando os planos e esperanças do projeto, e uma carta de John Billingham, Chefe do Grupo de Estudos das Comunicações Interstelares. Não há indicações de problemas de uma farsa no Cyclops. Isto pareceria ser o fim disto, entretanto, uma investigação posterior revelou a probabilidade de que as comunicações fossem reais e tinham sido parcialmente decodificadas, e que o Projeto Cyclops continuaria sob um novo nome e novos e adicionais subsídios. O projeto negro classificado aparentemente continua a monitorar os sistemas Ophiuchi e Eta Cassiopeia. Aparentemente várias nações estão na quente aquisição de tecnologia para comunicações interstelares. Contactos são feitos, e então suprimido; a informação é obtida e então enterrada. Tanto quanto os governos rivais estão jogando o jogo, torna-se rsponsabilidade de investigadores particulares civis coletar, pesquisar e disseminar a informação. Mesmo que o melhor que possamos fazer seja chamar a atenção para estes projetos, este é um começo frutífero. Outra pesquisa de comunicações interestelares está sendo conduzida nas grandes universidades mundiais.

Classificada como pesquisa experimental ou paranormal, muitos dos aclamados colegas hoje estão continuando os estudos iniciados nas décadas de 60 e 70 a respeito das habilidades de alguns dotados de quem esperam o contacto de seres de outros mundos ou a manifestação dos aparecimentos de UFOs sob sua vontade. Mesmo algumas agências Federais de inteligência, embora o neguem publicamente, estão usando os dotados para procurarem e se comucarem com seres de outros mundos. Em algum tempo do futuro, inúmeros investigadores afirmam, algumas pessoas dotadas irào colocar em movimento todos os motores do mundo e mante-los funcionando apenas com o poder de suas mentes! Esta nova física ou atividade mental supranormal não sugere a solução para uma velha pergunta sobre os efeitos da mente humana sobre a metéria; entretanto, admite a possibilidade desta ação e sugere onde esta ação ocorrerá. A carta seguinte, recebida da NASA em julho de 1977 parece indicar que o Projeto Cyclops estava sob completo poder sem nenhuma pista de um escândalo ou farsa afirmada pna divulgação da Cas Branca a imprensa um ano antes!

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