Nossa viagem começou no hotel Chez Tetê em Campos do Jordão em 04/02/2000. Saímos pela avenida principal e chegamos ao morro do elefante, onde começa o "Caminho do Horto", logo após a primeira subida existe uma bifurcação onde segue-se pela esquerda sentido Minalba.

A "estrada da Minalba" é uma  serra asfaltada, que por incrível que pareça, tem gente que sobe correndo!Após a fábrica começa o trecho de terra com diversas subidas e descidas com sombra por quase todo o trecho.Nesta agradável estrada e que atravessa-se a divisa entre S. Paulo e Minas Gerais.
19 km após a saída de Campos do Jordão existe uma saída lateral saindo da estrada principal, neste ponto existe uma placa indicando Piranguçu a 26km e 38 até Itajubá. Começa aí o trecho mais difícil e bonito do dia.

 Esta estrada corre hora pelos vales hora pelos morros sempre com visual belíssimo. Mas como nada é perfeito, existe uma subida com cerca de 10 km que, no nosso caso, demorou 2 h empurrando bicicleta acima. Mas "após a tempestade vem a bonança", um visual maravilhoso dos vales da região e uma descida tão longa quanto a subida. Chegando em Piranguçu seguimos por um "tapete plano" até Itajubá (+-15 km).Total do primeiro dia: 61 km.
Existem dois caminhos possíveis entre Itajubá e Delfim Moreira. Um de terra pela serra e um pouco mais difícil de achar e outro pelo asfalto que é um pouco mais longo mas mais conhecido. O visual dos dois é semelhante pois cada um sobe por um lado do mesmo vale. Escolhemos a segunda opção. O segundo dia foi só asfalto. Seguimos por uma estrada plana mas mal conservada que liga Itajubá a Piquete, após 10 km pegamos uma outra estrada bem melhor mas com um constante mas pouco acentuado aclive até Delfim Moreira, cerca de 20 km depois.

No terceiro dia, pegamos uma carona até W. Braz que se estendeu até o topo da subida (ainda bem! exatos 10 km de subida!).

Nosso terceiro dia de pedal então começou no topo da serra, com uma estrada que segue pelo topo dos morros sempre com vistas de vales muito bonitos.

 

A única dificuldade  então foi transpor os infindáveis barreiros onde era impossível pedalar e a solução era procurar o local mais raso para desviar empurrando a bike. Depois do barro veio um trecho tranqüilo com as plantações para a extração de madeira  parecendo um enorme bosque com ótimas sombras.

Chegando no Horto começa novamente a civilização a após a passagem pelo bosque vermelho voltamos a encontrar carros, bicicletas, e muitas gente. Nesta hora já começamos a sentir saudades dos dias, dos visuais e das emoções que tínhamos passado e começamos a pensar na próxima aventura.
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