SOBRE O PINTOR
Natural de
Coimbra, onde actualmente reside.
Após completar o Curso Geral dos Liceus em Coimbra
(1934-42), frequenta os cursos nocturnos da Sociedade
Nacional de Belas Artes de Lisboa, com viagens de estudo
aos principais museus europeus e estágios em
França, Itália e Espanha. É seu mestre o pintor Domingos
Rebelo (1946-48),
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(pinturas (auto-retrato) de Domingos
Rebelo) |
tendo continuado
os seus estudos artísticos no círculo artístico de Mário
Augusto (1948-50).
Já em Coimbra, faz pesquisa de cerâmica com o seu amigo
Américo Diniz (1959-53).
A partir de 1954 estuda na escola de Belas Artes do Porto,
encaminhado por Luís Reis Santos.
Estuda o fresco com o pintor Dordio Gomes na Escola de
Belas Artes do Porto,
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(imagem e pinturas de Dordio Gomes) |
Em 1957 fixa-se no Brasil, embora continue a viajar
periodicamente pela Europa a fim de contactar com os
movimentos artísticos mais recentes. Ainda no Brasil
participa em diversas manifestações de arte, nomeadamente
no Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro e na VII Bienal
de São Paulo, recebendo vários prémios pela sua obra.
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(pinturas de Pinho Dinis) |
Em 1975 regressa a Portugal. Integra
inúmeras exposições individuais e colectivas em Portugal
no Brasil e mesmo Galiza. Trabalhou com arquitectos e
decoradores com cerâmica e pintura, decorou o tecto do
Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro com
figuras históricas. |
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Exposições
Individuais |
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Instituto de Cultura
Italiana - Lisboa, 1951
Galeria Primeiro de Janeiro - Coimbra, 1951
Galeria António Carneiro - Porto, 1952
Galeria Primeiro de Janeiro - Coimbra, 1952/53
Sociedade Nacional de Belas Artes - Lisboa, 1953
Galeria António Carneiro - Porto, 1955
Salão Silva Porto - Porto, 1956
Museu Nacional de Belas Artes - Rio de Janeiro, 1958
Galeria o "Fado" - Rio
de Janeiro, 1964
Universidade do Espirito Santo - Vitória, 1965
Univ. Federal do Rio Grande do Sul - Porto Alegre, 1966
Liceu Literário Português - Rio de Janeiro, 1966
Galeria Gâvea - Rio de Janeiro, 1967
Galeria Tijucana - Rio de Janeiro, 1968
Galeria Abitare - Rio de Janeiro, 1972
Exp. Patrocínio: Movimento Artístico de
Coimbra (MAC)-1980
Galeria Peninsular - Figueira da Foz, 1980
Museu Tavares Proença - Castelo Branco, 1981
Galeria 5 - Coimbra, 1987
Galeria Roca - Marinha Grande, 1988
Galeria Espaço 55 - Figueira da foz, 1988
Galeria 5 - Coimbra, 1989
Galeria Vandelli - Coimbra, 1990
Galeria Belgaia - Castelo Branco, 1991
Galeria Horizonte - Figueira da foz, 1992
Galeria Época - Guarda, 1992
Galeria Maria Lamas - Torres Novas, 1993
Galeria Grão a Grão - Figueira da foz, 1993
Galeria Casa Alemã - Coimbra, 1993
Galeria do Casino - Figueira da foz, 1994
Galeria Roca - Marinha Grande, 1994
Galeria Torre D'Anto - Coimbra, 1994
Galeria Santa Clara - Coimbra, 1995
Museu da Cidade - Coimbra, 1996
Galeria IB - Pombal, 1996
Museu Municipal - Matosinhos, 1996
Museu Municipal Dr. Santos Rocha - Figueira da foz, 1996
Galeria Augusto Bhértolo - Alhandra, 1996
Galeria Época - Guarda, 1998
Galeria São Bento - Lisboa, 1999
Casa Municipal da Cultura - Coimbra, 1999
Galeria Arte Vária - Coimbra, 2000
Museu Municipal da Lousã - Prof.Álvaro Viana de Lemos -
Lousã, 2000 |
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Exposições
Colectivas |
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Portugal |
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Círculo Artístico Mário Augusto -
Lisboa, 1949/50
Sociedade Nacional de Belas Artes - Lisboa, 1952
Clube Naval Povoense -Póvoa de Varzim, 1957
Pintura Moderna - Amarante, 1957
XII Exp.Arte Contemp.dos Artistas do Norte - Porto, 1957
Coope.Árvore-II Exp. Nac.Pequeno Formato- Porto, 1989
Casino Estoril - Homenagem a Luis Dourdil, 1991
Várias Exposições do MAC, 1991
Expo 92 - Sevilha, Organização C.C. Região Centro
Exposição "O Papel", S.N.B.A. - Lisboa, 1993
Castelo Souto Maior - Galiza, 1995
I Encontro de Pintura Contemporânea Cernache, 1996 |
Brasil |
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Soc. Nacional de Belas Artes - Rio de
Janeiro, 1958/72
Salão Mãe e a Criança-Esc.Arte Brasil-Rio Janeiro, 1958
Salão Municipal de Belo Horizonte, 1959/60
Salão Arte Moderna de Cultura - Paranã, 1960
Salão Museu Arte de Porto Alegre - Organizado pelo grupo
dos Amigos
da Arte - 1961
Salão Paulista de Arte Moderna - São Paulo, 1961/62/63
VII Bienal de São Paulo - São Paulo, 1963
Salão Anual de Brasilia - 1966
1ªFeira de Arte no Museu Arte Moderna - Organizado pela
Associação dos Artistas Plásticos - Rio Janeiro,
1968
2ª Feira de Arte - idem, 1970 |
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Trabalhos em
Colaboração com Arquitectos |
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Trabalhou com
arquitectos e decoradores colaborando na decoração de
residências particulares com azulejos e paineis de cerâmica.
Decorou o tecto do real Gabinete Português de Leitura do Rio
de Janeiro com figuras históricas (1967) |
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Prémios e
distinções |
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Prémio Monetário no Salão Anual da
Arte Moderna no Rio de
Janeiro, 1959
Menção honrosa no Salão de Arte Moderna de Curitiba, 1960
Medalha Bronze no Salão Paulista Arte Moderna - S.P., 1961
Medalha Prata e isenção de Juri no Salão Anual Arte Moderna
do Rio de Janeiro, 1963
Favoráveis referências críticas dos jornais Diário Popular,
Diário
de Coimbra, Comércio do Porto, Primeiro de
Janeiro,
República, Jornal de Notícias, La Revue Moderne de Paris
e
diversos jornais Brasileiros. |
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Referências
bibliográficas |
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Indicações
biográficas no "Dicionário das Artes Plásticas" de Fernando
Pamplona (Portugal), na "Enciclopédia Barsa" e no
"Dicionário de Artes Plásticas" de Roberto Pontual e Carlos
Cavalcanti (Brasil) |
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Referências
Críticas |
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Década de 50
Mário Oliveira
Pintor romântico de Coimbra de fina sensibilidade na
captação das atmosferas e onde a cor é sempre tratada com
pureza límpida e transparente.
Década de 60
Geraldo Ferraz (critico "Estado S.Paulo" sobre a VII Bienal
de S.Paulo)
Há artistas que se limitam quase sem tema a um
tratamento e conseguem resultados que o ensinamento de
Maurice Denis, como nunca está patente: o caso de Pinho
Dinis ilustra esta tentativa. Nele o activo colorido vale
tudo.
Década de 70
Joaquim Tenreiro ("Mundo Português" do Rio Janeiro)
Pinho Dinis mantém-se na tradição do Homem Português que
faz do seu trabalho intenso e quotidiano a mola mestra do
seu avançar. Há na sua pintura de hoje uma temática coerente
com a sua cerâmica, mas o que mais prende a atenção é
exactamente o processo pictórico, a acção de pintar,
desenvolta, limpa, a serviço do tema sem indecisões.
Dr. Joaquim Matos Chave
Os seus óleos são uma manifestação admirável de como o
cubismo pode ser lição sem ser receita e ainda pela
organização da cor e pela sábia distribuição dos planos. Sua
geometria é já uma estética.
Arquitecta Brasileira Dinaise Vieira
Pintura cósmica, do negro infinito saindo luz, abrindo
em cores, revelando volumes, nascendo em vultos.
1996 !
António Augusto Menano
As mulheres habitam as telas erguem o espaço do
silêncio, força secular feita de ventos suaves e gestos
inscritos, o negro com sabor a terra. |
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