Década de 70
Da nova figuração, disse Joaquim Tenreiro no "Mundo
Português" do Rio de Janeiro:
"Pinho Dinis mantém-se na tradição do homem Português que faz
do seu trabalho intenso e quotidiano a mola mestra do seu avançar. Há na
sua pintura de hoje uma temática coerente com a sua cerâmica, mas o que
mais prende a atenção é exactamente o processo pictórico, a acção de
pintar, desenvolta, limpa, ao serviço do tema sem indecisões".

 |
Década de 80
Joaquim Matos Chaves, crítico de arte e professor da Escola de Belas
Artes do Porto, referindo-se á geometria:
"Os seus óleos são uma manifestação admirável de como o
cubismo pode ser lição sem ser receita e ainda pela organização da cor
e pela sábia distribuição dos planos. Sua geometria é já em si
simétrica".




 |
Década de 90
Do crítico e jornalista Mário Nunes, na revista "Artes
Plásticas":
"Ao olharmos um quadro de Pinho Dinis, abarcamos na globalidade, a
fulgurância da sua obra e sentirmo-nos agarrados ao seu conteúdo,
suspensos da forma apresentada, cingidos ao motivo que evidencia, há um
pendor intrínseco, uma expressividade pendular e uma essência
intocável, que assinala uma força ciclópica, exalta uma essência
avassaladora e devolve um estudo e uma pesquisa, constantes e inovadoras".



 |