A arte de Pinho Dinis ao longo das décadas 

 

Década de 50

 

Década de 70
Da nova figuração, disse Joaquim Tenreiro no "Mundo Português" do Rio de Janeiro:
"Pinho Dinis mantém-se na tradição do homem Português que faz do seu trabalho intenso e quotidiano a mola mestra do seu avançar. Há na sua pintura de hoje uma temática coerente com a sua cerâmica, mas o que mais prende a atenção é exactamente o processo pictórico, a acção de pintar, desenvolta, limpa, ao serviço do tema sem indecisões".


 

Década de 80
Joaquim Matos Chaves, crítico de arte e professor da Escola de Belas Artes do Porto, referindo-se á geometria:
"Os seus óleos são uma manifestação admirável de como o cubismo pode ser lição sem ser receita e ainda pela organização da cor e pela sábia distribuição dos planos. Sua geometria é já em si simétrica".







 

Década de 90
Do crítico e jornalista Mário Nunes, na revista "Artes Plásticas":
"Ao olharmos um quadro de Pinho Dinis, abarcamos na globalidade, a fulgurância da sua obra e sentirmo-nos agarrados ao seu conteúdo, suspensos da forma apresentada, cingidos ao motivo que evidencia, há um pendor intrínseco, uma expressividade pendular e uma essência intocável, que assinala uma força ciclópica, exalta uma essência avassaladora e devolve um estudo e uma pesquisa, constantes e inovadoras".



 

Década de 00

 

 

1