Emílio Santiago começou a cantar na faculdade de Direito, participando de festivais universitários, ao mesmo tempo que tentava a sorte nos programas de televisão, chegando a final de um concurso no programa Flávio Cavalcanti, na extinta TV Tupi. Foi crooner da orquestra de Ed Lincoln, e entre 1972 a 1975 cantou nas melhores boates do Rio de Janeiro.
Em 1975 lançou seu primeiro disco pela gravadora CID. Em 1976 foi para Polygram onde fez 10 discos.
Em 1982 ganhou o Festival da Rede Globo com a música Pelo Amor de Deus. Três anos depois, nesse mesmo festival, foi escolhido o Melhor Interprete com a música Elis Elis.
1988 foi um marco na carreira do cantor. Mudou de gravadora, foi para Som Livre a convite de Roberto Menescal, e apostou no projeto AQUARELAS BRASILEIRAS, onde gravou vários clássicos da música popular brasileira, de maneira própria e com perfeição. Foram 7 LPS e um saldo de 4 milhões de discos vendidos.
Com os Aquarelas Brasileiras, Emílio Santiago ganhou projeção nacional e internacional, vários prêmios: seis discos de platina, sete discos de ouro, Prêmio Sharp, entre outros.
Com sua ousadia, e bom gosto na escolha do repertório, em 1995 Emílio fez um trabalho dedicado ao cantor e compositor Dick Farney, com arranjos de César Camargo Mariano. O saldo foi um disco e um show requintados, aclamados pela crítica e pelo público.
O disco lançado em 1996, e que leva seu nome, EMÍLIO SANTIAGO, está nas paradas de sucesso a 9 semanas, o que já é indicativo de outro grande trabalho do cantor.
EMÍLIO SANTIAGO COMEMORA 30 ANOS DE CARREIRA
O cantor Emílio Santiago comemora
30 anos de carreira com um CD novo e a mudança para a gravadora Sony
Music. O novo álbum, Bossa Nova, produzido por José Milton, traz 15
faixas, entre elas as inesquecíveis Corcovado, Insensatez, A
Felicidade e Garota de Ipanema.
Destaque para duas canções
inéditas: Doce Viver de autoria de Nelson Motta, Marcos Valle e Dé,
numa comovente homenagem a Tom Jobim, e Bateu Pra Trás de Lysias
Ênio e do intempestivo e genial João
Donato.