OS DEZ MANDAMENTOS DA SEGURANÇA ANTI-VIRUS

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[PRIMEIRO] [SEGUNDO] [TERCEIRO] [QUARTO] [QUINTO]
[SEXTO] [SÉTIMO] [OITAVO] [NONO] [DÉCIMO]

PRIMEIRO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

USARÁS ANTI-VIRUS RESIDENTE NA MEMÓRIA.

O fato de termos arquivos de anti-virus armazenados no disco rígido nada significa em termos de proteção. Como os programas só podem realizar alguma coisa no computador quando cópias deles são carregadas para a memória ativa, torna-se compreensível, se desejamos que um virus não chegue à memória, que outro programa específico esteja lá de guarda na própria memória ativa.

Programas armazenados no disco rígido nada podem fazer no meio magnético em que é constituido o mesmo. Estão apenas armazenados e prontos para fornecerem uma cópia deles mesmos para ser instalada na memória ativa onde podem realizar as atividades para os quais foram criados.

Fornecedores de anti-virus fornecem programas de instalação nos quais é opcional ao instalador habilitar ou não o anti-virus na memória automaticamente sempre que se liga o computador. Recomenda-se que esta opção seja sempre a selecionada.

Contudo, mesmo optando-se pela instalação automática no início de uma sessão de trabalho do computador, os anti-virus permitem sua inibição no decorrer da sessão visando certos programas, com os quais podem entrar em conflito, como a operação de desfragmentação. (Veja desfragmentação nos "DEZ MANDAMENTOS ANTI-TRANCAMENTO DO WINDOWS" neste site).

Recomenda-se o cuidado de re-habilitar o anti-virus uma vez terminadas estas operações.

SEGUNDO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

NÃO USARÁS DOIS ANTI-VIRUS RESIDENTES NA MEMÓRIA AO MESMO TEMPO.

Nunca use, de cada vez mais, de um anti-virus residente ativo na memória ativa, embora se possa ter outros apenas armazenados no disco rígido.

Esta recomendação decorre do fato de um anti-virus instalado na memória ocupar sempre as mesmas áreas críticas para controle da invasão de um virus.
Em decorrência fatalmente ocorrerá conflitos e mensagens falsas da presença de virus podem ser exibidas na tela.

Sempre desinstale o anterior antes de instalar um novo ou nova versão do mesmo antivirus.

TERCEIRO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

NÃO USARÁS ANTI-VIRUS DE ORIGEM DESCONHECIDA.

Ao procurar um anti-virus, selecione um que seja tradicional no mercado.

Nunca tente um novo anti-virus sem aconselhamento adequado. Softwares anti-virus residentes têm que ser de muito boa qualidade a fim de poupar "recursos" (Veja os " DEZ MANDAMENTOS ANTI-TRANCAMENTO DO WINDOWS" neste site) e ser compatível com os requisitos dos sistema, do contrário eles podem ser responsáveis por frequentes trancamentos.

Por outro lado, já houve ocorrência de "anti-virus" gratúitos que, embora tivessem aspectos honestos, na realidade inseriam virus e arquivos auxiliares para futuros virus. O VIRUSCAN® possui um processo de validação de seus arquivos, para que o usuário tenha certeza de que o produto não foi alterado no trajeto até seus usuários.

O usuário deve exigir, de fornecedores, processos semelhantes nos seus antivirus, antes de se decidir por um produto.

QUARTO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

MANTERÁS ARQUIVOS DE SEU ANTI-VIRUS ATUALIZADOS.

O principal em um aplicativo antivirus é a sua atualização. De nada adianta instalar a "máquina" de software (arquivos executáveis do anti-virus), sem se ter os arquivos de assinaturas (nomes) dos virus atualizados, o mais frequentemente possível.

Por ocasião da data de publicação desta home page, a quantidade conhecida de virus crescia em média de 200a 300 novos virus por mês e ja' existiam mais de 50.000 virus catalogados nos fornecedores de anti-virus.

A propria "máquina" de software carece de atualização a cada 3 ou 4 meses.
Recomenda-se que os sites dos fornecedores sejam visitados pelo menos uma vez por mês para:

É necessário instalar os arquivos baixados por download de acordo com as instruções do fornecedor.
Este processo requer que o usuário saiba, pelo menos, como executar programas na linha de comando (ou através do Windows Explorer, no caso do Windows) e copiar arquivos de uma pasta para outra no HD.

Alguns fornecedores fornecem opcionalmente um sistema de download que automaticamente instala as atualizações necessárias quando o micro estiver conectado ao seu site, sem grande envolvimento do usuário.

Para usuários que não tenham suficiente conhecimento para estas operações, recomenda-se o concurso de pessoa familiarizada com este processo, de preferência mensalmente mas, nunca mais de 3 meses.

Lembre-se que um período de 3 meses sem atualização corresponde pelo menos a cerca de 600 novos virus (sempre de ocorrência mais frequente que os mais antigos) contra os quais não se dispõe de proteção.

QUINTO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

VERIFICARÁS A EXISTÊNCIA DE VIRUS.

Como os virus e worms podem subrepticiamente invadir o sistema de um usuário num momento de distração, torna-se crucial que verificações (scans) sejam efetuadas periodicamente.

Uma verificação total é recomendada toda vez que se atualiza o anti-virus ou seus arquivos de assinaturas de virus, para se constatar se todos os arquivos e áreas de controle nos meios magnéticos resistem ao teste de cerca de 80 a 150 novos antídotos que se acumulam por mês.

ATENÇÃO: A verificação eventual deve ser IMPERDOAVELMENTE realizada SEMPRE nas seguintes situações:

O atendimento das 2 primeiras regras acima permite um alto nível de prevenção do risco de contaminação pois, pelo DIAGRAMA SIMPLES DE UM MICRO, acima apresentado, pode-se constatar que todas as entradas de arquivos na CPU/MEMÓRIA, que são o DISQUETE, o CD-ROM (meios removíveis) e o MODEM (meio dinâmico de entrada/saida), estão cobertos pela verificação proposta. O HD por ser meio fixo de entrada e saida, é considerado vítima de contaminação e não propagador de virus para o proprio computador, embora ele possa contaminar outros computadores através de disquetes e das redes a que estiver conectado.

No caso do MODEM o anti-virus não verifica a presença de virus neste periférico pois, ele não armazena nenhum arquivo ou tem áreas magnéticas em que códigos espúrios possam ser armazenados.

Neste caso um arquivo contaminado é recebido pelo HD, através do MODEM, indispensável para a operação de download, e permanece estático numa pasta qualquer.
Enquanto ele não for executado NÃO há como o virus ir para a MEMÓRIA, único lugar onde o virus ou qualquer programa pode realizar qualquer atividade.

Se o programa infectado for executado, apenas uma vez, o virus se plantará na MEMÓRIA e poderá fazer uma ou mais de uma das seguintes coisas, dependendo do tipo de virus:

Se for um worm (cavalo-de-tróia por exemplo) poderá iniciar logo ou mais tarde uma ação nociva qualquer.

Daí por diante, sempre que se ligar o micro, o virus poderá se instalar na memória.

Se for detetado a tempo e excluido sem misericórdia, o perigo de sua instalação na MEMÓRIA e consequentes nefastos resultados estarão definitivamente afastados.

Para os micros com muitos usuários sugere-se que se disponha também de um antivirus que possa realizar, a critério do usuário, varredura (scan) pelo método heurístico que permite avaliar a possível presença de novos virus.

SEXTO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

NÃO EXECUTARÁS PROGRAMAS DESCONHECIDOS.

A maior ameaça aos dados de um usuário é o próprio usuário. Afinal, é ele quem mais lida com seus dados. Inadvertidamente o usuário deleta arquivos válidos, salva novos dados apagando os anteriores ainda válidos, salva trabalhos sem verificar qual a pasta para onde está salvando e depois acha que o computador é temperamental, isto é "ora salva ora não salva" como me confessou um aluno.

Dentre estas ameaças do usuário contra seus próprios dados há três imperdoáveis:

Quanto à irresistível vontade de limpar discos rígidos lembra-se que melhor que deletar arquivos que se desconhece a sua função é efetuar desfragmentações frequentes (Veja desfragmentação nos "DEZ MANDAMENTOS ANTI-TRANCAMENTO DO WINDOWS" neste site).

Se for mesmo isrresistível o desejo de deletar arquivos considerados desnecessários, NÃO DELETE nenhum arquivo, MOVA-OS para uma pasta criada com um nome sugestivo como C:\ESPERA ou C:\QUARENTENA ou C:\LIXOUTIL etc. e espere várias semanas, antes de deletá-los para ver se o computador ou aplicativos que usa normalmente, sente falta de um daqueles arquivos ou o comportamento do sistema é comprometido. Se for, será muito mais fácil retornar os arquivos anteriormente movidos para a pasta original.

Lembre-se que para se saber quais as pastas originais, pastas com o mesmo nome das originais devem ser criadas, subordinadas ao nome da pasta cujo nome foi acima sugerido, para as quais os arquivos "indesejáveis" deverão ser respectivamente movidos.
Este processo requer que o usuário saiba criar novas pastas e mover (Recortar e Colar) arquivos entre pastas de um disco rígido ou disquete.

Quanto ao desprezo por "gastar" tempo em fazer backups alerta-se que nem todos os virus conhecidos têm antídotos e arquivos infectados por eles terão que ser obrigatoriamente excluidos. Ademais, se o disco rígido tiver que ser formatado, por se ter tornado inacessível, os arquivos de trabalho serão todos excluidos. (Veja também o NONO MANDAMENTO abaixo)

Quanto à curiosidade de executar programas (arquivos executáveis), cujos efeitos são desconhecidos, lembra-se que os hackers de todo o mundo esperam que o usuário ingênuo faça exatamente isto.

SÉTIMO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

FISCALIZARÁS COMPORTAMENTOS ANORMAIS.

Há muitos virus mal feitos que apresentam bugs (pequenos defeitos). Estes defeitos, às vezes, deixam o computador mais lento, ou interferem com o ponteiro do mouse na tela, ou causam resultados inesperados a certos comandos normais ou trancamentos muito frequentes do Sistema Operacional (Windows).

Os sintomas de falha de hardware e de software muitas vezes podem indicar um sinal de que arquivos normais que controlam hardware e software básico (Windows) foram contaminados por virus que os corromperam no ato da contaminação sendo ou não, esta corrupção, a intenção principal do hacker fazedor do virus.

Recomenda-se, quando falhas, inicialmente supostas como de hardware e/ou de software, permitirem operar o computador, executar uma varredura (scan) para verificação de virus.

Não confundir com comportamentos anormais devido a insuficiência de "recursos" do Windows ou à programas honestos também mal feitos ou mal comportados.
(Veja os " DEZ MANDAMENTOS ANTI-TRANCAMENTO DO WINDOWS" neste site)

CORRUPÇÃO DE ARQUIVOS: Mesmo sem a ação de virus, arquivos podem ser alterados (corrompidos) durante a operação normal do computador. Atribui-se a falhas eventuais de leitura e gravação do arquivo, imperceptíveis variações de condições elétrico-magnéticas no disco rígido ou disquete e ao desgastes destes pelo uso.

MENSAGENS FALSAS DA PRESENÇA DE VIRUS: Cabe ressaltar que o reverso também é verdadeiro. Isto é: falhas reais de hardware e software podem levar o anti-virus a erroneamente exibir mensagens falsas da presença de virus.

Em caso de dúvida, recomenda-se:

OITAVO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

FECHARÁS O SELO DE PROTEÇÃO-CONTRA-GRAVAÇÃO DE DISQUETES.

O selo deslizante que os disquetes de 3 1/2" possuem, quando na posição "fechado", impede fisicamente a gravação de qualquer coisa no mesmo.
Atua como uma segurança contra ações inadvertidas do próprio usuário ou de terceiros ao manipular dados importantes em certo número de disquetes.

Este selo está na posição "FECHADO" quando paradoxalmente, se vê aberto o vazado do orifício quadrado, que o selo esconde no disquete, quando está na posição "ABERTO".

ATENÇÃO: Para se ler ou copiar um arquivo do disquete ou todo um disquete NÃO é necessário que o selo de proteção-contra-gravação esteja na posição "ABERTO". O selo é para impedir gravação mas, não a leitura.

Para o uso de um operador solitário em uma estação de trabalho, a importância da proteção-contra-gravação se restinge a apenas alguns casos como:

(A) - CÓPIAS DE DISQUETES: Quando se copia um ou muitos disquetes (Cópia de disquete inteiro e não de arquivos de um disquete) é altamente conveniente, fechar o selo dos disquetes originais para evitar que, num momento de distração, se copie erradamente o disquete vazio de destino sobre o original, que tem conteudo.
Esta situação ocorre com frequência e a perda de dados é irreversível. Se houver conteudo nos disquetes de destino este será deletado numa operação de disk copy.

(B) - DISQUETES DE INSTALAÇÃO DE APLICATIVOS: Estes discos são para serem lidos e não gravados. A permanência destes disquetes, somente úteis para leitura, com o selo de proteção-contra-gravação na posição "ABERTO" correm o perigo de terem gravados alguma coisa sobre o eles por engano ou por falta de prática do operador.

Contudo alguns fornecedores de software podem, durante o processo de instalação, gravar arquivos auxiliares da instalação nestes disquetes, motivo pelos quais normalmente eles são fornecidos com o selo de proteção-contra-gravação na posição "ABERTO".

Recomenda-se que todos estes disquetes tenham seus selos posicionados na posição "FECHADO" pois, o programa de instalação, ao perceber o fechamento deste selo, pede na tela, durante o processo de instalação, que o disquete seja aberto, quando necessário. Isto deverá ser feito porém, se tiver certeza que o computador está livre de virus.

ATENÇÃO: A grande utilidade do uso do selo de proteção contra gravação quanto à segurança anti-virus é, sem dúvida, quando o usuário leva disquetes para computadores alheios (Alheios aqui são todos os computadores que não o do usuário)
Como nunca se pode ter certeza quanto a possibilidade de um computador alheio estar ou não contaminado, parte-se do seguro pre-suposto que ele esteja.

Apesar de muitos conceitos e boatos errôneos sobre virus, estes não podem ser gravados em disquetes com a proteção-contra-gravação habilitada.

LOCAIS DE TRABALHO (1): Em locais de trabalho onde existam certo número de computadores, com estações de trabalho comuns a mais de um funcionário, onde funcionários enviam disquetes uns para os outros e depois os recebem de volta, esta precaução deve ser levada a sério, embora não se tenha garantia de que o selo tenha sido aberto por quem levou o disquete.

Para segurança complementar verificar se o disquete foi devolvido com o selo na posição "FECHADO" e em qualquer hipótese, verificar (scan) o disquete quanto a virus por ocasião de sua devolução.

LOCAIS DE TRABALHO (2): Outra precaução em locais de trabalho é o de não se inicializar um micro, sabidamente limpo de virus sem antes observar se há alguns disquete no seu drive (A:), deixado lá por alguem, por engano (ou por má fé).

Apesar deste disquete poder estar contaminado e com o selo de proteção-contra-gravação fechado, existe a probabilidade deste computador NÃO estar ainda infectado, dependendo do tipo de virus e da operação que porventura tenha sido previamente realizada com aquele disquete.

Mas, se este disquete estiver infectado em seu setor de boot, mesmo que esteja com a proteção-contra-gravação habilitada, este disquete permitirá que o virus seja lido (a proteção é apenas contra gravação) e levado para a memória, mesmo que a inicialização seja interrompida com mensagem na tela semelhante à :
"Disco sem sistema. Retire-o e pressione qualquer tecla"

NONO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

MANTERÁS BACKUPS E UM DISQUETE "BOOT" DISPONÍVEL.

Considerando que o trabalho, que o usuário realiza num computador, está sendo feito na MEMÓRIA, que apaga quando se desliga a corrente eletrica ou é limpa quando se reinicia o computador, a rotina mais recomendável é a de se SALVAR A CADA 5 A 10 MINUTOS o trabalho que se está realizando, pois assim uma cópia atualizada será transferida para meios magnéticos que não apagam na ausência de eletricidade.

Para trabalhos mais complexos ou nas fases em que ele é mais complexo, recomenda-se SALVAR A CADA 3 A 5 MINUTOS. Exemplo: Montagem de uma complexa tabela num editor de texto ou uma complicada fórmula numa planilha. Neste caso a cada fase concluida deve-se salvar o trabalho independentemente do tempo transcorrido desde o último salvamento. O mesmo ocorre para outros aplicativos.

Contudo, o arquivo salvo é unico e qualquer coisa que aconteça com ele põe em risco todo o trabalho do usuário.
Assim, após o término do trabalho ou de uma fase deste, tem-se o arquivo de trabalho armazenado no disco rígido mas, como este não é removível se o computador apresentar defeito, ou o disco tiver que ter todos os seus dados limpos pelo processo de formatação, único em alguns casos para reparo do computador, o usuário perderá todas as horas dedicadas à criação daquele arquivo que contém seu trabalho.

Para resolver este problema, além de ir salvando o arquivo que contém seu trabalho na pasta em que se encontra no disco rígido, É IMPRESCINDÍVEL que ao terminar, este arquivo seja copiado para meios magnéticos removíveis (disquete ou fita magnética) que passam a se constituir em ARQIVOS DE RESERVA ou usando a expressão inglesa:
Arquivos "BACKUP" (que figurativamente significa "voltar" ou "dar um passo atrás")

Para proteção mais rigorosa em casos de arquivos muito importantes para o usuário este deve, ao terminar seu trabalho com aqueles arquivos:

Para estas operações o usuário precisa familiarizar-se com as operações de:

IMPORTÂNCIA DAS OPERAÇÕES DE BACKUP PARA A SEGURANÇA ANTIVIRUS
Conforme exposto no item "COMO AGEM OS ANTI-VIRUS", quando se encontra arquivo de trabalho (Arquivos DOC do Word e arquivos XLS do Excel) com virus, mesmo conhecido, contra o qual não há antídoto, a única solução é deletá-lo e substituí-lo por um backup. Se não houver backup não há como se recuperar este arquivo de trabalho.

As operações de backup são tão importantes nas atividades com computadores que usuários precavidos, após muitos anos de prática, chegam mesmo a dizer que "A finalidade principal do computador é a de fazer backups em diskettes".
Isto é: a principal preocupação ao se realizar um trabalho no computador deve ser com os backups em disquetes removíveis pois, se o disco rígido ou o computador faltar, o trabalho salvo em disquete, permitirá recomeçá-lo no ponto em que parou, em outro ou num novo computador ou após a formatação do mesmo.

DISQUETE BOOT
O disquete "boot" permite que se inicialize um micro computador a partir do seu drive (A:) sem usar qualquer recurso do disco rígido.
Esta faculdade é indipensável para se limpar um disco rígido de virus em seus arquivos ou em suas área de controle chamada de 'Setor de Boot", pois não se valendo de nenhum recurso infectado do disco rígido, a sessão pode ser inicializada sem que o virus se instale na memória, condição indispensável para uma limpeza efetiva.

Os sistemas operacionais (DOS, Windows etc.) possuem comandos para criação de um disquete de boot porém, devido ao crescimento em tamanho dos anti-virus, que acompanham a quantidade sempre crescente de virus, o disquete boot criado por estes sistemas, precisam dispor de um arquivo em DOS, chamado de CONFIG.SYS com comandos que habilitem a memória acima dos 640 Kb.
Deste modo, recomenda-se aos usuários iniciantes que recorram à pessoa familiarizada com a criação de um arquivo CONFIG.SYS que tenha as linhas de comando abaixo, para preparar o seu Disquete Boot, que deverá estar à mão para uso de quem vai efetuar uma limpeza do disco rígido:

DOS=HIGH
DEVICE=HIMEM.SYS

Além disso o arquivo HIMEM.SYS, existente na pasta C:\WINDOWS deve ser copiado para o disquete boot.
Lembre-se de manter FECHADO o selo de proteção-contra-gravação do seu Disquete Boot. Um backup deste disquete é uma proteção adicional também recomendável.

DÉCIMO MANDAMENTO ANTI-VIRUS

NÃO TRABALHARÁS COM O MICRO INFECTADO POR VIRUS.

Nunca continue a trabalhar com um computador infectado, pois além dos virus poderem causar frequentes trancamentos, mais cedo ou mais tarde, fatalmente causarão perda ou corrupção de arquivos vitais no disco rígido, tornando o computador inoperante, dificultando a operação de limpeza.

Com o computador infectado, isto é com o virus na MEMÓRIA, cada disquete, que esteja com o selo de proteção-contra-gravação ABERTO, que for inserido no drive (A:) para se copiar um arquivo dele para o disco rígido, ou deste para o disquete, será infectado em seu setor de boot e/ou em certos arquivos executáveis nele contidos.

Assim, quanto mais tempo se levar para se limpar um computador infectado maior número de disquetes serão provavelmente infectados, aumentando em muito o trabalho de limpeza.

O custo produzido pela existência de virus, não está só na destruição que causam mas, também no desperdício de tempo necessário para efetuar a limpeza, não só do computador, que pode ser até relativamente rápida mas, fundamentalmente na limpeza de dezenas, centenas e as vezes milhares de disquetes em grandes organizações.

OBSERVE: Basta deixar um só disquete comtaminado para que, ao se utilizá-lo, ele volte a contaminar todo o computador e outros disquetes de novo.

Atualização: Fev/2000 By Gabriel de Almeida, Consultor Senior de Informática.
gab@pobox.com

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