CONCEITOS
FUNDAMENTAIS
LUZ
¨ TEORIAS
¨ Teoria corpuscular da luz (Newton - Séc.XVIII)
¨ Luz constituída por um feixe de partículas;
¨ Teoria ondulatória da luz (Huygens e Hook - Séc.XVIII; Fresnel,
Maxwell, Hertz, Kirchhoff – Séc.XIX);
¨ Luz constituída por propagação de ondas
¨ Reintrodução da teoria corpuscular (Hertz e Einstein – final do Séc.
XIX e início Séc. XX)
¨ Modelo corpuscular (de partículas) da luz – fótons;
¨ A VELOCIDADE DA LUZ
c = 299.792.457 m/s (Para efeito de cálculo: c= 3x108 m/s) no vácuo.
Obs: Para a propagação da onda eletromagnética no espaço livre, o comprimento de onda l é igual a razão entre a velocidade da luz no vácuo e freqüência em hertz, ou l= c/f.
A PROPAGAÇÃO DA LUZ
¨ Princípio de Huygens:
“Cada ponto de uma frente de onda primária serve como fonte puntiforme de ondículas secundárias esféricas que avançam numa velocidade e numa freqüência igual à velocidade e a freqüência da onda primária. A nova frente de onda primária, num instante posterior, é a envoltória das ondículas”.
REFLEXÃO
REFRAÇÃO
Se l for o comprimento de onda da
luz no vácuo, o comprimento de onda l’ da mesma luz no meio de
índice de refração n é:
l’ = v/f
v = c/n l’ = l/n
Índices de
Refração
A velocidade da luz num meio é caracterizada pelo Índice de Refração:
v = c/n
A FIBRA ÓPTICA
A transmissão da luz via uma estrutura de
guia de onda dielétrico foi inicialmente proposta e investigada no início do
século XX. Um bastão dielétrico transparente, tipicamente de vidro (sílica –
SiO2), com um índice de refração em torno de 1.5 e circundado pelo
ar, provou ser um guia de onda impraticável, principalmente devido a sua
estrutura e as excessivas perdas em quaisquer descontinuidades na interface
vidro-ar.
Interesses na aplicação de guias de onda dielétricos ópticos em certas áreas, tais como imagem óptica e diagnóstico médico (endoscópios), orientaram propostas para o uso de um bastão dielétrico com casca, para superar os problemas citados acima. Esta estrutura é mostrada na figura abaixo:
ou sen a/sen b = n2/n1
REFLEXÃO INTERNA TOTAL
Como n1 é maior que n2, o ângulo de refração é sempre maior que o ângulo de incidência. Assim, quando o ângulo de refração é 90o e o raio refratado emerge paralelo à interface entre os dielétricos, o ângulo de incidência deve ser menor que 90o. Este é caso limitante da refração e o ângulo de incidência é agora conhecido como ângulo crítico fc ,
O valor do ângulo crítico é dado por:
sin fc = n2/n1
Para ângulos de incidência maiores que o ângulo crítico, a luz é refletida de volta para dentro do meio dielétrico original (reflexão interna total) com alta eficiência (99.99%).
PROPAGAÇÃO DA LUZ NA FIBRA
A transmissão de um raio de luz dentro da fibra óptica ocorre via uma série de reflexões internas totais na interface do núcleo de sílica e a casca, de índice de refração levemente inferior.