O que me pede, eu faço. Às vezes, não entendo logo suas ordens, mas cedo sempre. Me achego a ele e indago: -O que queres? Ah, é isso? Então, concedo. Sempre que eu resisti um de nós saiu-se mal. Nas 24 horas do dia, ele pede, e quando cala, fala num discurso de sonhos que me abala. Ele sabe. Eu sei que ele sabe, e sabe antes de mim, e nele eu sei dobrado, sou um-e-dois como os dois cortes de um sabre. ![]() ![]() ![]() ![]() |