erra quando pinta e erra quando ama. Mas quando erra, erra violenta e generosamente, erra com exuberante arrogância, erra como o touro erra seu papel de vítima, sangrando quem, por muito amar, fere e sai ovacionado com banderilhas na carne. Pintor do excesso e exuberância, Picasso é extravagância. Ele erra, mas nele, o erro mais que erro - é errância. ![]() ![]() ![]() ![]() |