Disseram...

A sensação que eu tenho é que você pode dividir as turmas na área da comunicação em três terços: um terço de nível superior são jornalistas formidáveis e que encontram emprego, tem mercado de trabalho para eles. Um terço são fronteiriços, pouco preparados. Esses encontram mercado de trabalho por acaso, ou em empresas menores ou desistem da profissão, vao trabalhar noutra coisa. E tem um terço que não vale nada. Mas são profissionais formados com diploma. Essa gente é que é responsável pela dúvida que existe hoje na praça se o jornalista deve ou não ser diplomado. É uma dúvida ridícula.
Arnaldo Niskier, sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo.

"Temos de discutir "como salvar o sistema" ou "como vai ser o enterro"?
Mylton Severiano, sobre a crise econômica brasileira.

"Pessoas inteligentes deveriam se recusar a ler a revista 'Veja', a bem da própria inteligência. Acho a 'Veja' uma revista ridícula."
Mino Carta, sobre o que acha da revista que ajudou a criar.

"A única coisa que os funcionários têm a fazer é rezar."
Valdenor César Mariotti, superintendente regional do Banco do Brasil, sobre a possível privatização do banco, no programa "Maçaroca" da Rádio Universitária.

"É mesmo, ainda não pensei nisso."
Raquel Teixeira, secretária de educação de Goiás, respondendo se ela não achava melhor aplicar o dinheiro da "bolsa universitária" em instituições públicas, no programa "Maçaroca" da Rádio Universitária

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