Di Novo nº 1
Eis o primeiro número do DI Novo! Após calorosas discussões, muito esforço e várias panes no computador, chegamos à conclusão da edição de abertura do jornal do Diurno Ímpar.
Com o intuito de celebrar a autenticidade dos componentes desta sala, este periódico foi elaborado de forma democrática, pois desde o princípio prestigiamos todas as colaborações e convidamos todos a participar. Aproveitamos a oportunidade para enfatizar, mais uma vez, o convite: mandem suas sugestões, textos, quadrinhos, desenhinhos feitos na aula da Maria Celeste, recados, versos e trovas... A única restrição a ser feita é sobre textos que não zelem pelo respeito: uma das normas fundamentais do DI Novo.
Não faremos do jornal um veículo de difamação, seja através de brincadeiras ou de artigos agressivos (não nos rebaixaremos reproduzindo piadinhas sem graça que causem quaisquer atritos com os professores ou com os agradáveis colegas da Sala Par). As críticas devem existir, é claro, porém com a obrigação de seguir o bom senso, sendo este o critério por nós utilizado na exclusão de algum material. Lembrem-se de que apenas visamos a uma boa repercussão desta publicação e à garantia de conquistar nosso próprio espaço entre os panfletos distribuídos nas Arcadas não somos apenas mais um! Além de fomentar debates saudáveis entre as opiniões divergentes (Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é), há que se ressaltar que o jornal tem importância fundamental no sentido de registrar com competência e fidelidade os pensamentos e as questões que murmuram e, na maioria das vezes, berram e ecoam nas paredes desta sala, a fim de que extravasem e atinjam outros ouvidos, outras cabeças, outros corações.
Quem, hoje em dia, quiser combater a mentira e a ignorância e escrever a verdade tem de vencer, pelo menos, cinco obstáculos. Tem de ter coragem de escrever a verdade, muito embora por toda parte ela seja encoberta; tem de ter a arte de a tornar manejável como arma; tem de ter a capacidade para ajuizar, para selecionar aqueles em cujas mãos ela será eficaz; tem de ter o engenho de a difundir entre estes. Bertold Brecht (1898-1956)
Veja nesta edição:
Interesse próprio e ensino alheio