Marcus - Um dos meus melhores amigos. Conheço a figura há mais de 10 anos. Esteve presente em cada fato importante da minha vida desde antes da página ser criada. Filho de pai com ascendência oriental e mãe com ascendência francesa. Tem dois irmãos e é o único da turma que tem um emprego. É daquele tipo com quem se pode contar a qualquer hora, se ele tiver dinheiro, e é meu companheiro de "presepadas", que são os programas de índio que nós fazemos, onde nada dá certo e nós achamos que foi o máximo. É maníaco por pesca, mas já foi maníaco por computador, guitarra, rpg, card, comix...
Maurício - Meu amigo também, embora sua própria personalidade, um pouco mais fechada, faça com que seja mais afastado. É meio quieto, mas às vezes solta umas engraçadas. Principalmente pela rede, onde ele tem um monte de páginas espalhadas que falam desde sua "empresa de softwares", que ele inventou, até um rancho maluco com vacas treinadas. Cursa direito numa faculdade, que eu não lembro o nome, mas eu não tenho certeza se é essa a sua vocação. Mas essa é só minha opinião.
Paulo - Ao lado de Marcus, é outro de meus melhores amigos. Esse eu conheço há 4 anos. Combina comigo quanto ao gostar de fazer programas estranhos, do tipo passear no centro da cidade, andar à toa por aí e coisas do tipo. Às vezes me irrita com seu otimismo exagerado. O passeio foi uma droga, mas ele sempre acha que valeu a pena "só por ter saído de casa um pouco". É descendente de Lituanos e esse fato o levou a uma viagem insólita. No momento em que escrevo isso ele deve estar na Lituânia, no meio de seus parentes distantes. Sua capacidade de acertar em seus palpites, seja por intuição ou sei lá o que, lhe valeu o apelido de oráculo. É assim que eu o chamo. Digo que ele deve fazer parte de uma seita secreta onde sabe de tudo que vai acontecer no mundo. É ele quem me escuta quando estou na pior e vice-versa.
Ângela - É o que Paulo e eu chamamos de karma. Embora ela não se encaixe em meus padrões de beleza, tem alguma coisa que cativa. Tem um jeito independente, que às vezes, quando saímos juntos (o que raramente acontece porque eu tenho muito medo de que ela não goste de meus programas) até me deixa encabulado. Toma a frente nas decisões e não liga muito para o que os outros vão pensar. Gostaria de ser como ela. É minha amiga do peito também, mas a distância e a dificuldade de nos vermos (embora ela faça faculdade no prédio da Geografia, que é ao lado do meu) não deixa que nossa amizade fique mais forte, mas, mesmo assim, sempre me sinto muito à vontade em contar minhas histórias pra ela e ouvir o que ela tem pra falar. É uma das poucas mulheres que conseguiu isso de mim.