Babilônicos

    Por volta do século XXI a.C., amoritas do deserto invadem as cidades-estados sumerianas e acadianas e fundam a cidade da Babilônia. Em 1.728 a.C., sob o reinado de Hamurabi (? -1.686 a.C.), a Mesopotâmia é mais uma vez unificada e inicia-se o Império Babilônico, que vai da Suméria  até o Golfo Pérsico. Em 1.594 a.C., os hititas destroem a capital e põem fim ao império. Em 539 a.C., após um novo período de hegemonia liderado pelo rei Nabucodonosor II (605 a.C.-562 a.C.), a Babilônia é incorporada ao Império Persa pelo rei Ciro (559 a.C.-529 a.C.).
Os babilônicos organizam um Estado centralizado e despótico. Seguem o Código de Hamurabi , o mais antigo código  penal da História. O progresso econômico leva ao embelezamento das cidades, com a construção de palácios, templos, da Torre de Babel e dos Jardins Suspensos da Babilônia – considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Transcrevem obras literárias mesopotâmicas para o acadiano e institui impostos em benefício das obras públicas. Procurando desvendar seu destino, criam a Astrologia e a Astronomia. Aperfeiçoam a Matemática ao criar o círculo de 360 graus e a hora de 60 minutos. São politeístas e divinizam o rei. 1