FEDERICO GARCÍA LORCA

Poeta, escritor, é reconhecido dentro e fora da Espanha como um dos autores mais representativos.
Fez obras de teatro que são representadas  permanentemente no mundo inteiro (Yerma, Bodas de Sangre, La casa de Bernarda Alba).
Tem os escritos: Poeta em Nueva York, Romancero Gitano (temas ciganos lhe eram muito comuns).

Pesquisarei e colocarei conexões a páginas sobre o assunto, se o leitor tiver sugestões, agradeço.

Da minha lembrança resgato as estrofas que disse mais ou menos assim:

"Verde que te quiero verde, ...., el barco sobre la mar, y el caballo en la montaña" (colocarei o poema completo)

"Si muero, dejad el balcón abierto"

"Con un cuchillito que apenas cabe en la mano ..." (casa de Bernarda Alba, a mãe que teve o filho morto de uma facada).

"Fina moneda que nunca se volverá a repetir" (sobre la estampa, perfil do cigano assasinado pela polícia).

"A las cinco en punto de la tarde"  (sobre o toreiro morto na aréia, que foi grande mecenas de muitos).

"Abenamar, Abenamar, moro de la morería, el día que tu naciste, grandes señales había" (sobre los moros que hicieron Granada).

Levou o teatro popular pelos povoados,. montando cenários por Espanha.
Foi a Granada, que muito amava, apesar de advertências sobre o golpe inminente.  No golpe ficou protegico em casa de uma das personalidades militares fascistas, que achou qeu seria somente interrogado e teve a dor de não poder fazer nada para evitar o fuzilamento.  "Café, mucho café", era la consigna fascista que ordenava matar sin reparos.

Ha quem opine que o homosexualismo dele tivesse despertado a raiva ou falta de consideração de quem o deteve prissioneiro, são especulações. Parece mais claro que fosse pela sua ação popular.

Faço mais uma promessa:  colocarei aqui o arquivo de som onde García Lorca toca piano e canta umas estrofas que descrevem muito bem o que foi a Guerra da Espanha:

"Anda, jaléo, jaléo,
que acabó la discusión
y ya empezó el tiroteo"

("jaléo" = agitação)



 
 
 
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